ALCOOLISMO- É possível prevenir a doença sem cortar a bebida?
Compartilho uma reportagem da Revista VEJA, do dia 09 de setembro de 2009. Reportagem esta que foi capa da revista, que aborda a preocupação com os chamados “bebedores de risco”. Estes são aqueles que estão abusando do consumo de bebidas alcóolicas e que se continuarem aumentando a quantidade e a frequência do seu consumo irão se tornar muito em breve em alcoolistas, ou seja, pessoas dependentes do álcool. A reportagem traz que nestes últimos dez anos houve um aumento de 30% entre os homens e 50% entre as mulheres de pessoas que se tornaram abusadoras do álcool. Atualmente o Brasil possui 22 milhões de homens que abusam do álcool e 12 milhões que são alcoolistas. Em relação às mulheres, o Brasil possui 8 milhões que abusam do álcool e 5 milhões que são alcoolistas. No entanto, se as mulheres continuarem no ritmo que estão hoje, em breve, elas ultrapassarão o número de homens dependentes de álcool no Brasil. Outro alerta que a reportagem traz é que a bebida alcóolica traz efeitos mais devastadores na mulher do que no homem, em virtude das diferenças orgânicas entre eles. Os profissionais da saúde trazem a informação que os problemas de saúde provocados pela dependência do álcool, aparecem dez anos mais cedo nas mulheres e as matam duas vezes mais do que os homens. A reportagem tem o intuito de despertar e orientar os “bebedores de risco” e seus familiares para que diminuam a quantidade e a freqüência do uso de bebidas alcóolicas, para que não caiam no alçapão do alcoolismo. Caso não consigam fazer isto sozinhos, peçam ajuda dos profissionais especializados. Desta forma, fica aqui também o nosso alerta.
Sirlene Andrade Zermiani Psicólogo no CERENE de Blumenau.
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